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Curtas, Longos e Documentários Interessantes:


  • Marcha Zumbi dos Palmares contra o racismo, pela cidadania e a vida (1695-1995).

    Público: adolescentes, jovens e adultos.
    Direção e roteiro: Edna Cristina, 1995.
    Documentário.
    Depoimentos, imagens e reportagens sobre o movimento negro no
    Brasil pós 1970 e sobre a Marcha Zumbi dos palmares contra o racismo,
    pela cidadania e a vida (1695-1995), realizada em Brasília, no dia
    20 de novembro de 1995, em comemoração dos
    300 anos da morte de Zumbi de Palmares.
  • Quando crioulo dança?
    28 min.

    Público: adolescentes, jovens e adultos.
    Direção: Dilma Lóes. Ministério da Educação e do Desporto – Secretária de Educação Fundamental.
    Documentário.
    Depoimentos, imagens e reportagens sobre o movimento negro no Brasil,
    nas décadas de 70 e 80. Um importante
    registro da luta política dos ativistas
    e ativistas negros na nossa sociedade.
  • Vista a minha pele.
    2004 – cor – 49 min.

    Público: crianças (ensino fundamental) e adolescentes.
    Direção: Joel Zito Araújo.
    Documentário.
    Vídeo destinado à discussão sobre racismo e preconceito racial.
    A parte ficcional baseia-se em uma história
    invertida: os negros compõem a
    classe dominante, enquanto os brancos figuram como ex-escravos.
    É uma divertida paródia da realidade brasileira,
    que oferece material útil
    para a reflexão sobre racismo e preconceito em sala de aula.
    A segunda parte do vídeo apresenta depoimentos de
    professores/as e de pesquisadores/as
    em relações raciais, enfocando as implicações entre educação e racismo.
  • Paixão e Guerra no Sertão de Canudos
    78 min.

    Público: jovens e adultos.
    Direção: Antonio Olavo. 1993. Produção
    Portifólio Laboratorial de imagens.
    Documentário.
    O documentário aborda a história de canudos,
    um dos grandes acontecimentos
    populares da América Latina. Conta a
    história sociopolítica de Canudos e do
    beato cearense Antonio Conselheiro que,
    em 1893, se estabeleceu nessa cidade,
    conseguindo reunir em torno de si um crescente número de seguidores,
    tornando-se um líder que mexeu com o poder das elites, da
    igreja e do governo
    republicano recém-implantado no Brasil.
  • Kirikú e a Feiticeira
    Cor, 70 min.

    Público: crianças (da educação infantil ao ensino fundamental)
    e adolescentes.
    Diretor: Michel Ocelot.
    Música: Youssou N´Dour
    Desenho.
    Kirikú, um menino africano que nasceu para lutar e combater o mal,
    enfrenta o poder de Karabá, a feiticeira maldosa e seus guardiões.
    No decorrer da história, Kirikú descobre que a maldade da feiticeira é,
    na realidade, a expressão de uma grande dor, envolta em um mistério
    que ele ajuda a desvendar. Um desenho animado moderno, que fala a
    língua das crianças e apresenta belas lições sobre amor, generosidade,
    tolerância e as diversas maneiras de vencer a dor.
  • Encontrando Forrester
    (Finding Forrester, 2000, EUA).

    Público: maiores de 12 anos.
    Direção: Gus Van Sant. 136 min. Columbia Tristar Pictures.
    Longa.
    O encontro de um jovem negro com o famoso escritor de um só romance
    que o ajuda a aprimorar sua escrita. Os dois iniciam uma relação tensa
    que depois se transforma em amizade e respeito. Os textos produzidos
    pelo jovem a partir do contato com o escritor suscitam a
    desconfiança do seu professor de literatura.
  • Segredos e mentiras
    (Secrets and lies, 1996, Grã-Bretanha).

    Público: Maiores de 14 anos.
    Direção: Mike Leigh. 142 min, Warner Home Video.
    Longa.
    Quando sua mãe adotiva more, mulher negra
    resolve procurar a mãe biológica.
    Ao encontrá-la, vive um momento surpreendente na sua história de vida.
    Ela descobre que a mãe é uma mulher branca,
    solteira e que teve uma outra filha,
    uma adolescente rebelde, branca. Aos poucos, após o choque do primeiro
    encontro, as duas estabelecem uma relação de afeto que se estende
    para toda a família.
  • O Fio da Memória
    1991. 115min, cor, 35mm.

    Público: adolescentes, jovens e adultos.
    Direção: Eduardo Coutinho; produção executiva:
    Eduardo Escorel e Lauro Escorel Filho.
    Diretor assistente: Sérgio Goldenberg.
    Música: Tim Rescala.
    Montagem: Gilberto Santeiro.
    Fotografia: Adrian Cooper.
    Pesquisa sobre Gabriel Joaquim dos Santos: Amélia Zaluar.
    Produção: FUNARJ.
    Documentário.
    Realizado de 1988 a 1991, no Estado do Rio de Janeiro, o filme
    procura condensar, em personagens e situações de presente,
    a experiência negra no Brasil, a partir de dois eixos:
    as criações do imaginário,
    sobretudo na religião e na música, e a realidade do racismo
    responsável pela perda de identidade étnica e pela marginalização
    de boa parte dos cerca de 60 milhões de brasileiros de origem africana.